É Natal! (Ninguém lev’a mal)

No período de Natal
Há sorriso e alegria,
É uma época de magia
Que ninguém lev’a ma!

Ah, isso é no carnaval?!
No Natal é a paz na Terra!
E o mundo pár’a guerra
Pr’a se tornar fraternal!

E tod’o combatente
Ou mesmo “trabalhador”,
Só exala amor
Do mais inocente!

Junta-s’a família
Ali em Natal,
Qu’é o local ideal
Pr’a celebração da homilia!

Tudo coincidências
No dedo do Senhor,
Qu’ele é só amor
Nessas “inocências”…

E Natal a Natal
Sempr’o mesmo espírito,
E o ano, onírico,
Passa-s’o igual!

Sempre o mesmo padrão
Quando nasce o Senhor,
E ao “trabalhador”
A sua compensação!!

Mata-se o perú,
Mas nunc’o Cabrito,
Porque já estava escrito
Qu’ele estava cru!!

E p’la portaria
O Cabrito sindical,
Poupa-se-lh’o Natal
Como se por magia!!

E o do menino
Qu’anda bem escondido,
Fica bem ungido
Pr’a passar o ano!

E os meninos-bem,
Os poetas, as morgadas,
As maratonistas amadas,
Aqui se têm!!

Tudo coincidências
Da optmização divina,
Pois qu’a regra cristalina
Não tem reticências…

Tudo mud’a na vida,
Diz-nos a parábola,
Mas no Natal a rábula
É extrovertida!..,

Seja por tradição,
Por coincidências do destino,
P’lo nascimento do menino,
Há comunhão!!

O meu amigo prior
Bem m’avisara,
O que no Natal se vingara
Por amor!!

Ele estava certo
No vaticinio,
Qu’até a sua santa faz tirocínio
Em planeamento aberto!!?

Mas com dias santos
No Santo Natal,
Não vá dar-se o caso, sem mal,
De ficar, portantos

Mas que bela festa,
Esta de Natal,
Qu’até o menino tal
Se resta…

E nist’o adivinho
Fomenta auditorias,
Porque das tropelias
Ele tem dedinho!!

Na queixa do menino,
Como se conhece,
A prova acontece
Pelo seu testemunho!

Qu’é fifedigno
Como s’atesta,
Na soberba que lhe resta
De ser pequenino!!

Vai nascer o menino,
Mas o mundo não muda,
E só não me sai a taluda
No mesmo destino!!

Qu’o resto prevejo
No meu templo d’Apolo,
Que neste tamanho bolo
Sobra-me o queijo!

E um saudoso adeus,
Até ao próximo ano!
E se nisto não há engano,
Cristo não é Deus!!…

Chegou o Natal,
Por antecipação,
E em todos um irmão
Com planeado igual!!?

Mas ninguém lev’a mal
Na época natalícia,
Que s’acaba a cobiça
E a corrupção plural!!

Que cheg’a harmonia
Aqui sobr’o planeta,
E escasseia-se-me a letra
Pr’a tanta alegria!!

E no período advindo
Haverá aqui justiça,
Qu’até a mulariça
Sai rindo…

Tenhamos pois fé
Que no advento de Cristo,
O mundo está mais que visto
Naquilo que é!!

Noite de paz,
Noite d’amor,
E um certo rumor
Qu’o Natal se faz…

Joker

Natal, dizem eles…

Posted on 17 de Novembro de 2016, in Palhaçadas. Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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