Maria de São Tomé

Fala-se do marido
E vem o casal,
Porqu’o conjugal
Nisto é permitido!

E por coincidência
A Maria “Dakar”,
Está naquele lugar
Da sua preferência…

É da pontuação,
Diz-nos em surdina,
E se lá s’arrima
Na nomeação

Há normalidade
Mesmo sem s’os pedir,
E quem vem a seguir
Na contabilidade!?

Na distribuição
Há pois equidade,
E s’em disparidade…
É p’la optimização!!

E quem “optimiza”,
Dando e repartindo,
Nisto vai gerindo
Quem  prodigaliza!

E ainda s’admira
Esse “homem sério”,
Qu’um tal “adultério”
Já ninguém lho tira!!

E pode espernear
Na sua secretária,
Qu’esta prova sectária
Há com’a comprovar!!

À mulher do imperador
Não basta ser séria…
E isto ser pilhéria
Por causa do amor!?

É pois sim natural
Amarmos o cônjuge,
E querê-lo lá longe
Tem premissa igual!

Pois qu’a nomeação
Mesmo que não a faça,
O serviço trapaça
Pr’a agradar ao “patrão”…

E na greve de zelo
Qu’eles “agilizam”,
Mais nisto se visam
Por “parecê-lo”!!

E daquela ilha
De praia e de sol,
Há um extenso rol
Que brilha!

Mais uma “visita”
Ali de São Tomé,
E quem é, quem é,
Qu’ali é incógnita?…

Ah, pois é,
Maria de São Tomé!!

🙂

Joker

São Tomé

Posted on 17 de Maio de 2016, in Palhaçadas. Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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