Gruz, o mínimo

Gruz, o mínimo,
É o mal-disposto,
Um anão com rosto
De cínico…

Mas tem-se grande
Lá no seu epíteto,
E como é bonito
Que mande!

Julga-se censor,
Dono da palavra!
Qu’ela tem-se escrava
Neste “administrador”!

E como ele cresce
Ao gerir o grupo…
Que de tamanho é curto,
No qu’aquiesce!

E que alto sonha
Por ser porta-voz,
E fala a sós,
Peçonha!

Expele tanto fel
Contr’o bom “vilão”,
Que por ser anão,
Dá-se-lhe cordel!

E nisso lá anda
Como marionete,
Um mínimo de frete,
Que “manda”!?

E cresce a rodos
Nessa desenvoltura,
E enquanto a pilha dura,
Faz fóruns!

Fala pois de tudo
Com propriedade,
E de “sexualidade”
Tem estudo!

Diz muitas piadas
Daquelas picantes,
E outras d’insinuantes
“Risadas”!

E sabe agradar
Nesse seu aspecto,
Um mínimo erecto
Com pouco pr’a dar…

Mas nessa piada
De fórum secreto,
A mulher-objecto
É da rapaziada!

E o qu’ele ri
Por ser engraçado,
Um mínimo caçado
No pi-pi!!

Ri-te ó Gruz
Dessa tua sina,
Qu’ela pequenina,
É a tua cruz!

Mas és grande
Nesse desidério,
E não te ponhas sério,
Qu’ela não distende!

Ri-te da piada!
Anda faz-te um macho!
E ainda que cabisbaixo,
Dás gargalhada!

Por isso te sei
A rir do “poeta”;
Um mínimo de métrica…
E mal comecei!?

Joker

maxresdefault

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Posted on 20 de Março de 2016, in Palhaçadas. Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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