Urgente?

A ânsia de dinheiro
Era tão premente,
Qu’esta venda urgente
Dum país inteiro…

Ainda vai dar lucro
A quem a apressou,
E pelo que durou
Um governo corrupto!

E mesmo despedido
Apressou a venda,
Pr’a salvar a renda
Do dever cumprido!?

E saindo de cena
Levam a “salvação”,
Não desta aviação
Mas da própria venda!

Tudo feit’a pressa
Com intuito urgente,
Porque era emergente
A venda ser esta!!

E mesmo em gestão,
Teve autoridade,
De mentir por verdade
Da privatização?

E nesses jornais
Vei’o a justificação:
Que faltava o “pão”
Na forma de capitais…

E havia que vender
À pressa e no escuro…
Pois que de futuro
Mais queriam comer?

E assim vendida,
Como último negócio,
Lá vai o consórcio
Salvar-nos a vida!!

Por patriotismo,
A PaF vendeu-nos!
E só nos seus termos
Isto não é “golpismo”!

E não satisfeitos,
C’a Constituição…
Querem a revisão
Pr’a serem eleitos!?

Qu’a legitimidade
Deste hemiciclo,
Atingiu o seu pico
De “conflitualidade”…

Há pois que rever
A Constituição,
Força de “oposição”…
Pr’a poder vencer!?

E é nesta urgência
Que tudo se vende,
O que não surpreende
P’la prepotência…

E desde’o submarino
Restav’o avião!?
A bem da nação…
Num governo interino!?

Venda

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Posted on 13 de Novembro de 2015, in Administração, Aviação, Governo and tagged , , , , , , , . Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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