Manancial

Manuseamos facas
Garfos e machados!
E por tão frustrados..
Passámos das marcas!?

Pois, qu’invadimos
Território sagrado!!
É muit’o cuidado
Para nã’o destruirmos…

Qu’o manancial
Que temos à mão…
De destruição
Aero-espacial!!…

Torna-nos suspeitos!
Pois quem nos conhece?
E s’acontece…
Navegar-se os estreitos?

É grand’a propensão
Pr’o suicida…
Qu’o homicida
Está ali de plantão!!

E por desconhecido
Sem farda trajado!!
É ali colocado…
Quem se tem protegido?

Vai-se ao WC
Fazer-se o dejecto…
C’o céu aberto
Ali mesmo à mercê???

Não é confortável
Ter ali um estranho…
Daquele tamanho!!?
E nisso fiável??

E a segurança
É assim posta em causa…
Porque naquela pausa…
Não há liderança!!!

E o corpo estranho
Ainda mais…frustrado!!
Faz-se ao atentado
Pr’a vingar o ganho!!

Pois que tendo aceso
Pr’a servir, curar…
Lá não tem lugar
No saber modesto!!

É muito sistema
E o labor é árduo!!
Lá é só um fardo…
C’a tensão é extrema!!

E a simples presença
Desse tripulante…
Pode ser o bastante
Pr’a se dar a doença…

Há pois qu’isolar
Toda essa cápsula…
Que não se dê a causa
De novo despenhar…

Ronaldo

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Posted on 29 de Abril de 2015, in Administração, Comunicação Social and tagged , , , , , , , . Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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