Rico serviço!

E o serviço lá seguiu
Negociado à socapa
Formalizado, quem o viu?
Integrado como acta?
 
E sem haver depósito
Com’o restante acordo
O que vali’o transitório
Nesse anexo, p’lo todo?
 
E na obscuridade
Desse outro acordo secreto
No médio, valh’a verdade
Tudo serve como método!
 
E enganados que fomos
Por tod’as possibilidades
O serviço, o repomos
Nessas particularidades
 
Onde tudo fica igual
Por mera equiparação
Neste negocio brutal
Todos ganhámos, então!?
 
Perdemos um, mas ganhámos
Um acordo em depósito!
Dois anexos, agregámos
Mas só um, lev’o negócio!
 
E tanto tempo incerto
Na prosa comunicada
C’a verdade ali tão perto…
Na segunda parte, anexada!
 
Onde tudo é permitido
Pr’a obviar os atrasos
Nesse anexo coligido 
Da qualidade em repastos!
 
Mas já foi descoberto
Como apócrifo do acordo
O documento encoberto
Já previa este “decoro”
 
O serviço está correcto
Nós é que nos enganámos!
Ao deixar o nosso “afecto”
Em mãos que nunca deixáramos! 
 
E confiando em gente
Sem verticalidade ou cérebro
Acordámos, num repente
C’o este acordo, em tempero…
 
Negociado em anexo
Sem integração no Ai-é!?
Sem depósito confesso
Mas negociado com fé!
 
Eureka! Temos serviço!
Ajustado à tripulação
O MK sabia disso!?
Daí tamanha discrição…
 
E depois da maravilha
Qu’este regime consagrou
O médio engol’a pastilha
Qu’o “longo”, negociou…
confidencial.g
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Posted on 30 de Outubro de 2013, in Palhaçadas, Protocolos and tagged , , , , , , , . Bookmark the permalink. 2 comentários.

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