Cagões!

E não nos podemos olvidar
Tem o denunciado, um e oitenta!
Grande com’o linguajar
Que no articulado se sustenta!
 
É certo qu’é dum estagiário
Mas atente-se no primor
O peso, agente primário
Que lhes alimenta o terror!
 
Ah, e aquele grupo criminos0?
Altamente organizado
No Jiu-Jitsu, o seu engodo
Ao serviço do denunciado?!
 
Uma risada completa
Não fosse o caso ser grave
Pois a Máfia, é coisa certa
Ver na denúncia, a gravidade!
 
Um capo ao serviço do Padrinho
Um Luca Brasi, em potência
Um cruel e selvagem assassino
Por virtude, um Peter Clemenza!?
 
Tudo isso e mais um par de botas
Serve de epíteto a quem
Serviu como vice, nas sobras
Duma instituição, sem ninguém!
 
Pois, estava vazia de gente
Só imperavam as sombras
Anjos, Arcanjos, somente…
E alguns animais de trombas!
 
Também sobressaía a pança
Dum animal sem espinha
Gordo, balofo de cagança
Que nas votações, se abstinha!
 
Não sabia a quem traía
Aquele pagamento sincero
Pois a igualdade até servia
Nos favores do Calimero!
 
Coitadinho, que foi vítima
Duma cabala atroz
E accionado, sem legítima
Viu na burra, a sua voz!
 
E foi pago, no saldo
Por cruzamento de vontades
Isto apesar, do enfado
Que foi ouvir certas verdades!
 
A carta lá se descobriu
Um ai Jesus, lá na toca
O dito por não dito, surgiu
Como bosta, nessa boca!
 
Mas antes disso, o outro
O que não tinha moral
Nem educação, de acordo
Com essa vontade animal
 
É que tinha sido agressivo
Perante a conjura a nove
Mas para o gordo, o sucedido
Teve, por si, lisura nobre!
 
Umas almas caridosas
Bem formadas, verdadeiras
Que se descobrem, airosas
Em denúncias carpideiras!
 
Mas esgotados os autos
E arquivadas as peças
É tempo de outros factos
É hora de outras remessas!
 
Vai o gordo, e os seus lacaios
Os primados sindicantes
Justificar os ensaios
Nessas peças ruminantes!
 
Provar tanta malvadeza 
Tanta violência, coacção 
Tanto peso, tanta dureza
Do denunciado, o ladrão!
 
Pois apesar de agressivo
Também fôra burlão
Tinha usado, por seu crivo
Do dinheiro para a acção!
 
Sem conhecimento dos demais
Sem o seu aval, autorização
Pagara a ninharia, sem mais
Como custas e a acusação!
 
Uma fortuna já se vê
A quem movimentou milhões
E como mafioso, o porquê
De lá só tomar os tostões?
 
Mais mafioso foi o outro
Qu’arrecadou aos milhares
Por decisão de conforto
E com processos, aos pares!
 
E as custas da saída
Com que se pagaram em excesso?
Uma via sugerida
A quem avança, em processo!?
 
Uma casta exemplar
Nas atitudes, nos actos
Qu’um dia vão recordar 
A falácia nestes factos!
 
Contradições, inventonas
Abjurações, alucinações
Anjos, mafiosos, choronas…
Que mal fiz eu, a estes cagões?
 
 
cagões
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Posted on 20 de Julho de 2013, in Palhaçadas and tagged , , , , , . Bookmark the permalink. 1 Comentário.

  1. A serio???? lol!!!!! A saga continua…

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