Dia de Portugal

Escreveu-se poesia
Nesse estilo heróico
Ao lembrar-se o dia
O momento histórico
Em qu’os Portugueses
Em cascas de noz
S’ergueram aos Deuses
Elevando a voz
 
Gritando bem alto
O seu heroísmo
O seu grande salto
Nesse mar-abismo
Onde mais ninguém
Ousara passar
Querendo ir além
No incógnito mar!
 
Nesse livro salvo
Dessas mesmas águas
Por esse naufrago
Perdido em mágoas
Que ousou nadar
Além da Taprobana
E glorificar…
A raça humana!
 
Nessa epopeia
Viveu várias vidas
Uma odisseia
D’Ulisses a Midas
Soldado, poeta
D’amores cativo
Filósofo, esteta
Desgraçado, altivo!
 
Nessa Lusitânia
A inspiração
A sua citânia
A nossa Nação
Até ao fim dos dias
Deste V Império
Prova dos Lusíadas…
Neste despautério!
 
Este novo cabo
Rude, Tormentoso
C’um novo agravo
De troço arenoso
Traz à recordação
De Camões, a pena
Na exaltação
De terra (tão) pequena!
Bandeira-Nacional-hasteada
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Posted on 10 de Junho de 2013, in Palhaçadas, Poesia and tagged , , , , , , . Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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