Coincidências…


É só coincidências
No reino corrupto,
E o qu’isto é um insulto
Às nossas inteligências!?

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Pequenos poderes


Do que mais tenho “medo”?
Dos pequenos poderes!
Neles estão os quereres
Dos escolhidos a dedo!

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Pedrógão Grande


É um Pedrógão imenso
Pr’a tão pequeno país,
Cortado p’la sua raiz,
E em suspenso…

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Agora, APAGA TUDO!!

Apaguem tudo! (Se puderem…)


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A “Diva” e o Presidente


Estav’a “Diva” no local
Quando entrou o Presidente,
E ela, tod’a contente,
Queria servi-lo como tal…

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Insofismável


Eu sei que que sou amado
Por tal casal corrupto,
Maligno por astuto,
E de rosto “tapado”…

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Dia de Camões


Meu caro Camões,
Este, dizem, é o teu dia,
E que celebramos com alegria
As tuas épicas canções!!

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Os novos totalitarismos


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Até parece qu’és bruxo!


Caro Caraquenho,
Até parece qu’és bruxo!
Justificares tanto luxo
Em tão grande empenho!

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A vida é com’os candeeiros…


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Porque sou portista?


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O orfanato


A ida do “nosso pai” adoptivo
Deixou grande orfandade!
E chora-se que já não há vontade
De viver sem dinheiro-vivo!

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Mexia


Mexia

Histórias-de-encantar


Histórias-de-encantar

I

Caiu a cabeça,
Só falt’os tentáculos,
Qu’os próximos espectáculos
Vão dar mais qu’uma peça!

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Amor de perdição


Faz o qu’eu digo
E nã’o que faço!
Porqu’o meu pedaço
É comigo!

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Triplete!


triplete 2

“Benfistão”


Benfistão

Mourinho


Mourinho

Defesa “Nacional”


Defesa Nacional

Fim da linha?


Batemos?

Um ano…


Um ano…

Como tudo muda
Num ano…
E onde havia “engano”,
Agora tudo “ajuda”!

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Polvo Extra!


La Piovra

Santos pecadores


lista negra

Santos pecadores

Um a um,
Tod’o santo cai!
Ai, ai,
Não nos falta nenhum?

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Inland


infografico dividas LFV

A Europa é nossa!


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República das bananas


Lampiões

A porta


Porta

Falta d’assunto


Tudo gente boa

Salazar


Salazar

Apoteose!


Festa

Apocalíptico!

Protegido: Menino do Recife… (:-))


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Fado, Futebol e Fátima


 

Omertà – A lei do silêncio


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1º de Maio


iaFDT

De vida ou morte


maxi1chaves

Ena!! :-)


Captura de ecrã 2017-04-29, às 14.07.12Captura de ecrã 2017-04-29, às 14.07.54

“Tetra”


SouthPark-o-advogado-do-diabo

Paz podre


Marco

Morte no Estad(i)o


Morte-no-Estadio

Liberdade?


Salazar-Benfiquista-capa

Eles são mais!!…


Diabo

Polvo à lagareiro!


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Gratuitidade!


Vergonha!

Épico!


É nossa!!

É nossa! ( E não foi a preto-e-branco!!)

C’o rei na barriga!


Miguel

Feudalismo


vieirasalvador

Ai, quem me dera!


Chape

Ferrari vermelho


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Remexe, mexe

Remexe, mexe, mexe, mexe, mexe
Que é tão gostoso
Remexe, mexe, mexe, mexe, mexe
Que até gamei

Rebola, bola, bola, bola, bola
E eu fiquei na onda
Te quero até finjo que entendo
O que eu não escutei

Também pudera
Nem sempre se encontra
A luz de um grande amor
Me marcou com seu batom

Saia de renda no corpo colado
A cor do pecado
Tem o dom de conquistar

Olha o rebolado dela, (ôh)
Fico no molejo dela, (ôh)
Seu eu fosse o dono dela
Na vida seria um homem mais feliz

Molejo


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Herói Grego!


Palhaços!

Blitzkrieg!!


De-gaulle-radio

A cartilha


Cartilha

Panfleto “Futurista”


LC 2015 2016 3ªJ Luisão respect (1)

Respect!? Ahahahahaha!

Protegido: Vai tudo c’os porcos!


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Portucale?


Ayatollah

O falador


Mario vargas Llosa
Conta-nos a estória do falador,
Um papagaio com muita cor,
E fala harmoniosa…

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O padrinho (de casamento)


Tem bom ar,
E disposição,
E ostenta posição
De par!

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Usos & costumes


Sempre ouvi dizer
Que quem é desconfiado,
Não se quer imaculado
Naquilo que diz ser!

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“Fome”


Eles estão ali
“Pr’a ganhar dinheiro”,
E estão sempre em primeiro
Para si…

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Fim


Quando eu morrer batam em latas,
Corram aos pulos e aos pinotes,
Assem umas febras e entrecotes,
Façam estridência c’as patas!

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Aviso!


Não m’alimentem os recos
A pérolas,
Qu’eles colocam as auréolas
Dos santos!

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O lobby (suíno)


Há um imenso lobby
Suíno,
E nele tod’o cretino
É snob!

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Náusea


O que aqui vai de fedor
A porco imundo,
Qu’ele aqui anda, furibundo,
Como delator…

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A vedeta


O homem é uma vedeta,
Quase um astro de cinema!
E o que nisto tenho pena
S’ele cair na valeta…

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Código de silêncio


Há um novo paradigma
No nosso grande curral,
Porqu’o porco tem foral
Para voar mais acima!

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Falta cumprir-se Portugal…


Batemos no fundo
Como nação,
Pois que com tanto ladrão,
O saldo é-nos profundo…

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O seminário


No nosso seminário
Não se sabe que ordem reina,
E quem se manda é a sotaina
Ou o grande-vigário!?

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A Igreja da “CienTUDOlogia”


Tem-se um novo credo
Na Cúria Romana,
E já muito se reclama
Qu’o mundo está perdido!

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Santos-milagreiros


Caiu outro santo do altar,
E a Cúria está “intacta”!
O que “não mói” já mata
De tanto se jejuar…

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A “Tudóloga”


Ela dá consultas
Lançando as cartas,
E perscrutando mapas
Dos grandes argonautas…

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O calcanhar d’Aquiles


Er’o belo Aquiles,
Um guerreiro semi-Deus,
Da nação dos aqueus,
De gente “reles”…

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Eva e o paraíso


A Eva está chateada,
Pois perdeu o paraíso,
E o seu imenso sorriso
De “nomeada”!

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A culpa foi do Tavares


A culpa foi do Tavares,
Não do rico, do pobre,
Aquele que de sangue nobre
Portava sempre bons ares

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Protegido: Nexo causal


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Átomo


Fonte: Átomo

“Átomo”, de João Lopes

A Sublime Porta (da rua)


Sente-s’a mudança
No ar,
E quem queria acreditar…
Até ond’a vista alcança!?

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“Hádes, hádes!”…


Há sempre um preç’a pagar
Pr’a quem tem opinião,
E quem express’a sua razão
Pode-se-lha apontar!

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Nem nomeado!


Podem visar-me em processos,
Fazerem-me ameaças recônditas,
Marcarem-me ajustes de contas,
E outros cenários conexos…

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Seriedade


A seriedade
É uma coisa muito séria,
Fonte de tod’a matéria
Da universalidade!

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Pré-aviso!


Fez-se o pré-aviso,
E com fundamento,
Que nisso se vê o cumprimento
Preciso!

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Meritocracia


Nunca ninguém sabe
Como é que lá chegam,
Que métodos s’empregam
Pr’a que tal gente mande…

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Força!


Prevaleceu o bom senso
Sobr’a pequena prepotência,
Essa sistémica ingerência
Sobr’o nosso censo!

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São Tomé


Depois de lá ter estado
Já entendo essa razão,
Essa maior ambição
Do voo tomado!

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Jarreta!


Lá saí d’associação
Só por causa do jarreta,
Esse aspirante de proveta
À liberdade de opinião!

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Transformismo


Não deve haver profissão
Mais difícil qu’a de transformista,
Ou seja, mudar de ponto de vista
Como quem muda d’opinião!

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A morte da política


O traço da “equidade”
Vinha no “plano d’acção”,
E tod’a uma réstia de população
De “terceira idade”…

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Aventesma


O “nosso” vampiro
Gosta delas compridas,
Estadias, que de belas vidas
Ele mantém faro…

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É carnaval…


A “santíssima” Trindade
Também foi à Sapucaí,
Qu’o lugar dela também é ali,
Como se sabe…

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O (a)núncio apostólico


É mais papista qu’o Papa
O nosso núncio apostólico;
Não há nisto maior acólito
Qu’este autocrata!

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Boletim


A nossa comissária
Política,
Fez a estatística
Em sessão plenária!

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Isto não é pr’a meninos!


Viam-se já no estrado
Do poder,
Mas foi-lhes acontecer
Outro resultado…

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“Despontuados”


Somos a horda
Dos “despontuados”!
Tem’os pontos trocados
Por esticar a corda!!

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Moura (mas não encantada)


Moura…
Mas não encantada!
Uma aluna aplicada,
E “doutora”!

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Fernão Mendes Pinto


Fernão Pinto,
Tu que foste cronista aqui d’El Rei,
E mentes tanto ao que sei…
– Minto!

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Funcionalismo


Saudosistas do antigamente,
Dizem-se democratas!?
“Velhos” iconoclastas
Do tempo presente…

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Porco escondido com rabo de fora…


Tod’os cromos, esquemáticos,
Lá estão…
Têm a tentação
De se nos manter apáticos!?

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Totoloto


Oferecemos o sol!
Oferecemos a lua!
O fogo e a água,
A terra, o ar, e o metanol!

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A porca (da política)


É uma grande porca
A nossa política;
Mas jaz paralítica
E quase morta…

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A graçola


Foi tudo um percalço,
Uma pequena gafe,
Uma pequena epigrafe
Escrita por cansaço…

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Aperitivo


Um aperitivo
Àquilo que nos espera,
Se nos der a fera
De gosto alternativo!

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Unir os tripulantes?


Unir os tripulantes?
Contra quem ou o quê?
Há nisto quem se crê
Maior que Cervantes!

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Justiça divina


Veio o homem sério
Agraciar-nos c’a comenda,
Numa mensagem qu’é lenda
No seu critério…

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Verbo


Do mérit’o verbo
É a sua correspondência,
A todo um mundo em incidência
No central nervo!

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O João? Pode ser, o João!


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RECOMENDAÇÕES!?


Gostava de brotar
Apenas palavras d’amor,
De junto c’a dor
Que nos faz chorar!

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Significado


Em tudo há significado,
Mesmo na morte mais absurda,
Que nist’a vida muda
No seu plano acidentado…

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FELIZ NATAL!


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A condição humana


A humana condição
É coisa muito incerta,
E s’a morte se tem certa,
A vida não!

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Palhaçadas


Carrega (o) benfica!!

Carrega (o) benfica!!

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Onde estavas tu?…


Foi feit’a “revolução”
Por um punhado d’audazes,
Pr’a qu’outros fossem capazes
D’ousar em rebelião!

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Alegoria


Alegoria

Reza a lenda que dizia
Que já lá vão catorze!?
Em meio ano é dose,
Mesmo pr’a uma alegoria!

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PORCOS A VOAR II


Para comprar carregue na imagem! :-)

PORCOS A VOAR II (Se quiser adquirir o livro carregue na imagem)

“Férias” de Natal


No dia de Natal
Tod’a cúria está ausente,
Qu’o bispo deu de presente
Um período ferial!

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“Clubismos”


S’em nome “só” do clubismo
Se faz o que se vê,
Quem nisto se crê
Qu’isto seja só romantismo?

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O circo de Natal


O circo de Natal

Salt’o palhaço em palco
Pr’a já marcar o penálti!?
Ai, que risada grácil
Qu’ele faz só c’um salto!

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O Estado Lampiânico


Kadhafi dos pneus..

Kadhafi dos pneus..

O Estado Lampiânico

Bem sei qu’a expressão não é original,
Na propriedade do Pina,
Mas o que dela s’ensina
Do mundo em Portugal?

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Homenagem


Fez-se a homenagem
Ao grande “Imperador”,
De tod’os o melhor
Em tal “coragem”!!

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“Diplomacia”


Chegou de forma suave
Como não quer a coisa,
E quase sem partir a loiça,
Veio ao que se sabe!

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“A mão de Deus”


“A mão de Deus”

No caso de “bola na mão”
Há qu’atentar num factor:
Ver quem é jogador,
E que competição!?

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Bifes!


BIFES!

É, são mesmo bifes,
Estes Ingleses!
Querem-se corteses
Nestas “tolices”!!

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(De)voto!


Como não reconhecer
O vosso trabalho?
Onde nisto me falho
S’o voto não vos der?

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Plano B?


Plano B?

Foi de plano B
Que se ganhou por cinco!?
Porqu’o adversário é manco,
E mais não sei quê!!

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Napolitana


Napolitana

Eu não vos disse
Qu”isto dava Pizza?
Salvou-os qu’a Shoarma Pita
Fosse uma quiche!

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Carta ao lampião


Caro Pedro Henriques,
Eu sei qu’ostentast’o brasão
(que vergonhosa lição),
Mas não t’estiques!!…

Bem te sabemos lampião,
Mas agora por “comentador”,
Pois ter algum pudor
Na “narração”…

A chuva, sempr’a chuva
A atrapalhar o árbitro,
E não beneficiar com’é hábito,
Com’uma luva!!

E nisso dou-te razão
Nas palavras do “grande” Rola,
Que só lhe falt’a auréola
Pr’a ser o santo da nação!

Qu’ele lá na isenta Btv
Faz comentários à arbitragem,
Porque nisso tem coragem
D’agora ser o que é!

Aquilo que foi por anos
Na sua carreira arbitral,
Apitando por “Portugal”
Contr’os gatunos!…

Por isso, caro Pedro,
Haja um pouco de decoro!
Qu’até o Calado é um mouro
Menos poliedro!

É menos quadrado
Do que tú, ó Pedro!
E não te dá nisso medo
De ficares queimado?

Ah, não és despedido
Por defender a “nação”?
E dás entoação
Porqu’o benfica é querido?

A SportTv já é sucursal,
E é a NOS que manda?
E no sinal de banda
Tudo isto é normal?

Façam a fusão
Pois o quanto antes!
Qu’é pr’os emigrantes
Não fazerem confusão!

Ali na emissão
Estar a SportTV
Ou a Btv,
É a mesma produção!!

Por isso, Pedro,
Faz com’o Conduto!
Muda-te num surto,
Que já não vais cedo!!

Vest’a camisola
C’o símbolo da bicicleta,
E na antena aberta
Quando der a bola

Grit’a com’o gordo
O golo do benfica!!
E salta, pula e “explica”
Esse teu engodo…

És papoila saltitante,
Salta a tua indignação!!
Diz qu’o “glorioso” tem razão
Por litigante!

E que foi roubado,
Com tod’as palavras!!
Qu’elas em ti são escravas
S’outro é o gamado!!

Chuta c’o teu pé esquerdo
Na câmara que está mais perto!!
Grita qu’o árbitro foi esperto
Ao apitar mais cedo…

Querias mais dez minutos
Pr’a dar a volt’ao jogo?
Eu entendo o teu desgosto,
Igual ao de muitos…

Já eras campeão,
A caminho do 36!?
E s’agora vind’os “Reis”
O Natal foi a contrição?

E s’a Napolitana
Fôr servida lá no Barbas?
E se nos comentários acabas
A gritar a tua pena?…

Temos pena, ó Pedro,
De “teres vestido a camisola”,
E qu’o teu exemplo dê escola
Ao meu clube e tão cedo…

Não se veja um lampião
Aqui a ostentar sagrado símbolo,
E que depois se torne um embolo
Dessa mesma contradição!!

E s’ateste a “nobreza”
Desta triste gente,
Pr’a quem é indiferente
Ver c’a maior clareza…

E vista esse fato
De comentador,
Pr’a se fazer d’adulador
Num qualquer “relato”…

Porque há muitos mais,
Disso bem sabemos!
Mas que tu, ao menos,
Escondesses os teus “ais”…

Porque por ser paga
A Tv desportiva,
Fosse mais contida
No qu’o Pedro amarga…

S’eu não vou ao estádio
Aqui da segunda circular,
Porque me dá mal-estar
Vê-los no seu gáudio…

Tenho que levar
Ali na TV,
C’o qu’o Pedro vê
Lá no seu “narrar”?

E já vermelho
Por ser derrotado,
Estar ali estampado
No meu aparelho??

Ó Pedro, mais calma!
O benfica é o povo!
Não nos morra novo,
Que pr’a lá vai outra alma

Comentar o benfica,
Na SportTV…
E o Pedro nem se crê
Como ele s’explica!!

Do seu admirador,

Joker

Um grande TEÓRICO! (Era pior c'os pés)

Um grande TEÓRICO! (Era pior c’os pés)

Esquizofrenia


Veja lá Sr.Doutor,
O estado em que m’encontro,
Que num tempo de desconto
Sinto ódio e amor!?

Vou da depressão
À euforia!
Da prostração à alegria
Num choro d’exaltação!?

E tanto vejo trevas
Com’os campos Elíseos,
E nestes meus delírios
Já não tenho dúvidas!

Onde vi’o inferno,
Vejo agora o paraíso,
E largo um imenso sorriso
Do demo!

Sinto-me capaz
De conquistar o ceptro,
Mas estou nisso incerto
Como se faz!?

Eufórico não durmo,
Frustrado nem pestanejo,
E largo-me num ensejo
Sem rumo…

Quero e acredito,
Mas se não consigo?
Acha-me em perigo
D’apito?

Ouço lá uns silvos,
De cujo significado,
Se faria um tratado
De cem livros!

Uma nova ciência
De Psiquiatria,
Numa vasta literacia
De tod’a inocência!!

Ah, caro Doutor,
Tenh’o coração aos pulos,
Será p’la falta de golos
Ou do tremor?

Creio no Espírito Santo,
E na santa Igreja,
Mas qu’o meu mal seja
O desencanto?!

E perdendo o credo,
Não vivo do milagre,
Mas no travo agre
Não tenho medo!!

Sei-o diabo
Que me vem aqui tentar,
E que temos que ganhar
Fintando-lh’o rabo!

Sim, que mand’a mona
Pr’a nos embruxar,
E um boneco a jogar
Por ma(t)rafona!?

Isto são visões?
É o seu diagnóstico?
Mas eu nem sou agnóstico,
E acredito em dragões!?

Tenho que me curar
Destas aventesmas?
São como aneurismas?
Podem matar?

Pois nisto que mate,
Mas tão só o borrego!
Que viver com medo
É o próprio enfarte!!

E s’ainda acredito?
Quero acreditar!
Mas, estarei a delirar
Porque está escrito?

E aquela catarse
D’uma equipa unida?
Soube-me p’la vida
Como se dum êxtase!

É uma histeria?
Mas que quer, Doutor?
Entr’o ódio e o amor
Sobr’a esquizofrenia…

Mas s’esquizofrénico
Hoje a vida é bela,
E a semana é vê-la
Já como um balsâmico…

Pois tenh’a impressão
Qu’isto vai dar Pizza,
E se me solt’a risa,
É desta que fico são!!

Joker

BRUTAL!!!!

BRUTAL!!!!

Resistência


Colaboracionistas,
Ronda de traidores,
Usurpadores
De fracas vistas!

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Fatalidade


Olh’a novidade:
Perdeu o benfica!!?
Quem é qu’acredita
Em tal fatalidade?!

Rumo ao 36
E já embalados,
Foram derrotados
Como mandam as leis!!

Já que sem o Capela
A coisa pia mais fino,
E até o Marítimo
Joga mais à bola!

E agor’a Napolitana
Que não serv’o Barbas,
Pode dar-lhes favas
Mais uma semana!!

Estava tudo vencido
No reino lampião,
Mas a coroação
Está em rei tremido…

E venham os lagartos
Aqui repôr justiça,
E voto em tal premissa
De campeões já certos!

Pois c’o Nuno ao leme
Lá nos seus desenhos,
Tem o meu Porto sonhos,
Muito ao de leve…

Quero acreditar
Qu’ainda é possível,
Mas não o acho críve!
Só por s’o desenhar!

Castelos de fábulas
Que não ouso sonhar,
De ver a bola entrar
Entre as tábuas…

Coisa já tão rara
Neste “Ser-se Porto!”,
Que no meu sono curto
A bola pára!!

É tod’a uma ânsia
De ver a bola entrar,
Que cheg’a “acordar”
Na minha infância!?

Quando por favor,
Vencíamos um em vinte,
E o Porto er’o pedinte
Em tal tremor…

Mas hoje, desperto,
Nesta sensação:
O já feito campeão
Perdeu o ceptro?!

E a festa propalada
Do fim-de-semana,
Já não nos engana,
Na goleada…

Lá vai o Jesus
Fazer miséria…
E tanta, tanta léria,
Ficar na luz!!

E o tetra
Lá ficar par’as calendas,
E a Europa, sem as prendas,
Na mesma meta…

Joker

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Só falta a seguir fazer uma promoção dos jogos do glorizgozo com o Jorge Máximo, tipo “Os jogos são com’as virgens, é violá-los nas suas origens!…”

ÉS!


ÉS!

Entre o parecer e o ser,
ÉS!

Vagas e marés…
E em tod’o mar te ter!

Uma terra imensa
Feita de mil pés!

Eu sei o que ÉS!…
E nisso sei-te querer!

Tod’a imensidão,
Num sorriso teu…
E o mundo é todo meu
Em significação!

Essa imensa partícula
Não-local,
E o espaço-sideral
Qu’a significa!

A tremenda evocação
Da realidade,
E tod’a eternidade
De duração…

ÉS!

A minha consciência
Em tal amor…
E um plano-primor
Desta existência!

ÉS a correlação
Desta matéria,
A minha fonte-primária
D’inspiração…

ÉS!

Love U!!

Parabéns, Sweet Heart!

uni

Perdida…


Perdida…

(Primeiras) Impressões

“Assim vai o Terra”
Pens’a gaivota…
E nesse vai-e-volta
A gaivota espera..

Esper’a mudança
No mundo “imutável”,
E ela, incansável,
Já lhe perd’a espr’ança…

“Que civilização!”
Torn’a pensar!
Qu’ela tem vagar
Em tal destruição….

Perdem-se valores,
Na competitividade…
E perde-se a cidade
C’os seus arredores…

E na confluência
Entr’a terra e o mar,
Quem lhe está a pairar
Na sua impotência?

Aquela gaivota
Como que “pensadora”,
Eterna predadora
Do homem na lota…

Qu’ela se adequa
Ao modernos tempos,
E esconde-se dos ventos
Na humana rua…

Toma-lhe os “dejectos”
Da civilização,
Mas tem compreensão
Dos maiores efeitos…

E que pode fazer
A pequena gaivota,
Senão esperar, absorta,
Outro entardecer?

Que nas tempestades
A gaivota aterra,
E na cidade espera
Oportunidades…

Um outro negócio
De ocasião,
Um peixe no chão,
Ou no lixo tóxico…

Um grande bazar
Mesmo à sua vista!!
Há quem lhe resista
Se puder pagar?

E só o predador

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Insegurança


Não há nada pior
Que morrer de ridículo,
Que nesta vida o circo
Tem “aviador”…

Antes nisto morrer
Que vingar por palhaço,
E ao grande estardalhaço
Não sobreviver…

Querer passar imagem
De grande humanista,
E ser-se “humorista”
Em tal mensagem!?

Como s’o passado
Por nós não falasse,
E nisto se declarasse
O tempo trocado?!

Todo um engano
Essa nossa prática,
E na coisa trágica
Emergisse o lado humano!?

Antes pois morrer
Que nisto um palhaço,
Que não me daria enlaço
Ter qu’assim o ler…

E morrer de vergonha
Em tal incentivo,
Que disso não me sirvo
Por “cunha”!

Antes a morte
Que nisto fingir;
E não ter qu’ouvir
A sua “voz forte”…

Qu’em tal liderança
Só vej’o ridículo,
E na vida, um circo
D’insegurança…

Joker

mundo-mascaras-palhaco-20031017-001

É só escolher a máscara…

Zero!


Zero!
Zero absoluto!
Nem eu já luto,
Ou exaspero!

Um completo zero
Ou coisa nenhuma!
Nem réstia d’alma
Pr’a apontar o erro!

Esta prostração
Por fatalidade!
Falta-m’a capacidade
Pr’a outra emoção…

A total descrença
No que foi o Porto!
E que hoje jaz morto
Na minha indiferença!?

Nem o jogo vejo,
Sequer o resultado!?
E s’acabado
Já sei o desfecho…

Este fatalismo
Tão português,
Chegou à minha vez
Como niilismo!

Já não sei de nada,
Nem quero saber,
E, nisto sei-m’a morrer
Na obra inacabada…

Aquele velho símbolo,
Antes perdedor…
O meu grande amor
Na humanização d’um ídolo!

De grandes alegrias,
Que nunca esquecerei!
Grande, com’um rei
Em tantas gritarias!!

Hoje recalcadas
Na morte anunciada,
E a sorte estar jogada
Há tantas jornadas…

O sintoma d’abandono
No sonho de tal glória,
E nem uma vitória
Já me tir’o sono…

A total ausência
Da ligação carnal,
E ter por natural
Essa carência…

Já não sentir no peito
O fulgor dessa batalha,
E ver tud’a “maralha”
Num jogo desfeito…

E as peças sucessivas
Caírem como bispos,
E os líderes serem vistos
Ainda com sete vidas…

Não lhes desej’a morte,
Apenas discernimento,
E dar o seu assento
A outro norte!

Uma nova vitalidade,
Um jorro d’outro sangue!
Um Porto sem ter gangue
De liberdade!

E nessa força-vivente,
Notar as cores sagradas!
E as camisolas, suadas,
Como antigamente!!

Ressuscitar o amor,
O nosso veio sagrado!!
E o Porto ser amado,
Num gesto abrasador!!

Um bafo do dragão
A aquecer-nos o espírito,
E sentir que tal mito
Tem encarnação!!!

E nessa chama quente
Ter o peito em brasa,
E o Porto estar em casa
C’a sua gente!!

Unidos em tal voz
Nessa força de vontade,
E até ter na cidade
Uma de nós!

E abrirem-se avenidas
Ao cortejo de vitória,
E o povo ficar na história
Em tantos vivas!!

Um sonho já perfeito
Qu’hoje se desfaz,
E eu que nem sou capaz
De sentir o peito…

O símbolo sagrado
No escudo da cidade,
E a minha edilidade
Estar noutro lado…

Com vós em pensamento
Sou filho de tal terra,
E o Porto a minha “guerra”
Por juramento!

E agora que vencido
Em terra que não “minha”,
Não vive quem definha,
Já combalido…

Um zero!
Do tudo, o nada…
E a alma, já d’abalada,
No próprio enterro…

Joker

Sem alma...

Sem alma…

Poemário anual da A.P.O.R.C.O – A coletânea global (1000 páginas) :-)


KINDLE EDITION

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PORCOS A VOAR II – Publicações


porcos-a-voar-ii

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Ditaduras


Querer comparar
Fidel com Augusto,
Só a muito custo…
Sem se politizar!

Há comparação
Entre derrubar Salvador,
E um ditador
P’la revolução?

Histórias da História
Qu’hoje são anacrónicas,
E só por mnemónicas
Nos trazem à memória!

Ambas ditaduras
D’um ao outro extremo,
Na forma de governo,
E políticas duras…

E se nisto vemos
Alguma (grande) diferença,
Já temos a sentença
Qu’alguma pertencemos!?

Somos comunistas,
Ou nisto de direita,
Porque a razão, perfeita,
Está em tais analistas!

Somos conotados
Com esses regimes,
Porque somos firmes,
E não enganados!

E s’uma alta patente
Derrub’a democracia,
Com a ajuda da CIA,
E mat’o presidente…

É um acto “igual”
À dita revolução
Que, com armas na mão
Derrub’o “General”…

E aquele Presidente
Democraticamente eleito,
Se morto em tal “feito”
É-o na ordem vigente!?

E nisto é-se idêntico
Nas comuns valas,
Que nisto com balas
Se faz o silêncio…

O homem de farda negra,
Com d’óculos escuros,
Perdura nos “muros”
Da nossa fria guerra…

Internacional,
Por ser criminoso,
É um avô caridoso
Pr’o mundo “plural”…

E o carismático,
Também ditador,
É feito penhor
Do jugo “democrático”!?

Na crise da guerra
É ele o diabo,
Porque não enfi’o rabo
Na terra…

E enfrent’a potência
De travo imperialista,
Pois só um comunista
Tem tal “ingerência”…

E nos seus pecados
Permanece impassível,
Porque sabe qu’o missel
Estará dos dois lados!

E na sua soberania
D’Estado,
Conquista o legado
Da sua via…

É discutível
Tal feito numa ditadura,
Que dura e dura
Por incorrigível….

Mantém-se atreita
Aos seus ideais,
Que não sendo plurais,
Nem nunca eleita!

Não é comparável
A Pinochet,
E quem isto não vê
Na razão responsável?

E dos desaparecidos
De que rez’a História,
Onde fic’a sua glória
D’abatidos?

Lutar p’la democracia
Tem outra legitimidade,
E s’isso dá clandestinidade,
Seja ess’a via!!

Mas nisso se confirme
A comparação,
Há usurpação
Quando nisso há crime!!

Qu’a revolução
Nos tempos d’outrora,
Era outra história
Nesta evolução!

Era outro excerto
D’idelologias,
E de “guerras frias”
A fazer concerto…

Mas nesse semblante
O “libertador”,
Não er’o ditador
De traje elegante…

Er’a aspiração
Da massa popular,
Que não tinha como pagar
Sequer a alimentação…

E nisto comparar
Esse homicida,
De semblante sem vida…
Que fez bombardear

O símbolo da Nação (!?),
C’a imagem do cubano,
A fumar o seu habano
Só por “filiação”!!

Joker

fidel-pinochet

Duas faces da mesma moeda?

Carta ao Pai Natal


Caro Pai Natal,
O que me porto bem!
E não há nisto ninguém
Que me seja igual!!

E peço-te este Natal
Uma coisa singela:
Não ficar a meio da tabela
No campeonato de Portugal!?

Quedar-me c’o terceiro,
Quanto muito c’o quinto,
E é-me indistinto
Ver o benfica em primeiro!?

Tu sabes quanto me resigno
A ter qu’admitir tal facto,
Mas se ficar em quarto,
Eu desde já assino!!!

E vem com alarido
Doar-mo p’la chaminé,
Qu’eu já não dou fé,
Por estar mal dormido….

Podes gritar “Feliz Natal”
Qu’eu não vou acordar,
Qu’eu quero hibernar
Pr’a outro “local”,,,,

Ah,