Decadentismo


Uma filosofia,
Uma arte, um estado d’espírito,
Um arremedo cívico
À nossa paralisia…

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Gato preto


Gato preto,
Dizem-te fonte de má sorte,
Qu’a tua cor é a da morte
E nem ter-te ao perto!

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Viagens


A vida são recomeços
Entre chegadas e partidas,
Uma sobreposição de vidas
Por lembranças e esquecimentos;

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Marco Aurélio


Filósofo, Imperador,
Adoptivo de Antonino, o Pio,
Um estóico pleno de brio
Ao domínio da dor…

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Inimigos públicos


Ah! A época de trinta,
Com tod’as suas contradições,
O jazz e as cambaleantes canções
Da sociedade de boa pinta…

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Aníbal Barca


Transpor os Alpes
Em pleno inverno,
C’um pesado exército
De homens e elefantes,

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A corte do Rei Artur


Na corte do Rei Artur
Todos buscam o Santo Graal,
P’la espada do rei medieval,
Excalibur!

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O mito da criação


A teogonia
Por razão e sentido,
A explicação do nosso medo
Ao fim de cada dia…

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A evolução da espécie


Ao longo das eras
A humanidade é arquetípica,
Pouco nela se modifica
Nas suas quimeras…

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Acima da Lei


Quem é que se quer
Acima da Lei?
Quem é nisto a grei
Que faz o qu’entender?

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Gil Vicente


Pai do teatro ibérico,
Um ourives da palavra,
Poeta de vasta lavra
No recurso satírico!

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Camões


Camões, célebre Camões,
Escreveste as glórias nativas,
E as misérias mais reclusivas
Das humanas tentações,

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Buscas


As eternas buscas
Sobr’a “casa-mãe”,
Já não enganam ninguém
De tão pitorescas!?

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Miguel de Cervantes


Grande criador
De maiores personagens,
Miguel de Cervantes,
Poeta, militar, escritor!

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Sermão aos “peixes”


António Vieira, padre,
Jesuita, humanista,
Maior activista
De tod’a igualdade,

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“Velhas” profecias


Escrevia trovas Bandarra,
O sapateiro de Trancoso,
Era judeu e cioso
Da sua arte e prosa,

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Je suis…


No dia em que se desistir
De se defender a Liberdade,
Lutando p’la simples faculdade
Em resistir,

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Pr’o bem e pr’o mal


Coragem
Não é não ter medo,
É caminhar erguido
Na nossa mensagem!

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Guerreiro espiritual


Meu querido Hugo,
Lutaste como um guerreiro,
E s’a morte te chegou primeiro
Na traição do “verdugo”,

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Amnésia


Ele não reconhece o “Eu”,
Só a alcunha, o epíteto,
E perdeu o sentido crítico
De qu’o nome é o qu’é seu!?

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A voz da consciência (de classe)


O gago administrador
Continua a gerir a classe,
E só aceita dar a face
Na sua gestão de censor!

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O “encoberto”


Na nossa novela nocturna
O Cavani é um prodígio,
É uma espécie de filho
Que qualquer dia fuma!?

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Vendedor de banha da cobra


Ele é vendedor
De banha da cobra,
De cursos de ioga,
E até dá penhor!?

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Pão e circo!


Vai Pedrinho,
Bota pr’o Cebolinha!
Joga no fundo da linha
Qu’o Vinícius vai de carrinho!

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Chegou o Judas!


Como chefe d’estado,
O Judas vindo de Vera Cruz
Assinou p’lo Benfica de cruz,
Baixando ordenado!?

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Marinheiro d’água doce


Diz o marinheiro d’água doce
Qu’a transportadora deve falir,
Porque nela não se deve investir,
Tanto mais que não fosse

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Nacionalização d’azia


É nossa, Sérgio,
Essencialmente tua!
Por muitos estavas na rua,
Por seu sufrágio!?

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O ego


O ego, diz-nos a Psicologia,
Não é coisa boa ou má,
É o qu’a razão nos dá
Por “apologia”,

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Super-Mulher em Nova Iorque


A primeira heroína a enfrentar
O Covid-19,
Em Nova Iorque,
Foi a grande Super-Mulher!

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Pobreza d’espírito…


Saberá o Pinóquio
E o seu Grilo Falante,
Qu’a razão possante
Nos negou, por óbvio,

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“Bom aluno”


Mais vale cair em graça
Que nisto ser engraçado,
Pois disso depend’o resultado
Mais que uma chalaça!

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Pandemia


Basta um vírus mutante,
Uma pequena bactéria,
E tod’a nossa miséria
Se torna ainda mais infectante…

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BacteriologicaMENTE puro!


A SIC e a TVI
Acabaram c’a “toxicidade”!?
“O futebol merece credibilidade…”
O qu’a gente se ri!

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A poesia – transformadora do mundo


   A poesia – transformadora do mundo. Uma afirmação assim – “A poesia como transformadora do mundo” – fará sorrir, sem dúvida, muitos. Não pensariam assim os gregos do Século de Ouro de Péricles, quando as vidas e os conhecimentos estavam conformados seguindo o ritmo dos versos da Ilíada e da Odisseia. Tampouco os guerreiros celtas os seus sacerdotes druidas, que confiavam a elaboração dos seus cânticos mágicos às suas profetisas, mulheres inspiradas pela divindade. A vida na sua sociedade encontrava-se também sob o ritmo destes cantos, que na língua velada passava aos mortais ensinamentos que a razão não alcança a compreender. O próprio Platão afirmaria pela boca de Sócrates que o verdadeiro poeta é porta-voz de um Deus, que a sua alma é um instrumento musical, que Deus toca quando quer dar a sua mensagem aos homens; que os sábios não podem refutar o cântico de um poeta, pois encontra-se mais além dos seus conhecimentos. Recorda Platão que o poeta canta, mas não ensina, que o próprio não pode explicar o mágico e o sublime conteúdo dos versos alados.

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Sérgio!


Sérgio Conceição,
És o grande obreiro!
De todos o primeiro
Campeão!

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A peregrinação


Um dia hei-de ir a Fátima,
Terra de vastos milagres,
Pagar aos santos padres
P’la minha santa súplica!

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Carne para canhão!


 

São carne pr’a canhão,

Soldados de patente baixa,

E vai tud’a toque de caixa

Combater por um tostão!?

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Prémio: Boa Conduta (e ainda melhor PoÉTICA)!

PRÉMIO: O Benfica (leia-se Portugal) é um circo!

“Isto é um clássico..!!!”

“Se fosse fácil faziam os outros…”


Prémio: Baralhar pr’a dar de novo…


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Coração


Já não me sobra coração
Pr’a tanto pulha,
Pois qu’a vida s’entulha
De tal putrefacção,

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Monsieur Le Cocq


Monsieur Le Cocq,
Julga-se de linhagem,
Mas é na malandragem
Qu’ele dá sotaque!

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Moeda-padrão


Nas sociedades modernas
A ética é valor acrescentado,
Um sinal dado ao mercado
Sobr’as práticas internas…

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Prémio: Engarrafamento do dia


Hoje o tráfego está muito intenso por Accra…

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Baby suicida


 

“O que é isso que
Distingue a honestidade da patifaria,
Senão a severa e resistente linha
Da rectidão?”

William Blake

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Imortalidade


Quando me sobrevier a morte
Saiba-se que dei tudo,
Que fiz da vida um estudo
A uma existência mais forte,

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Sem concorrência…


Até pr’a Vizela
Foi precis’o Malheiro,
Não foss’o “primeiro”
Ir na Taça de vela!

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O fado do trinta e um!


Prémio: “SILÊNCIO, que (agora é que se) vai cantar o FADO!

Porcos a voar!!? (Opláaaaahhh!!)

Este triste fado
Lusitano,
Um gingão, um magano
A caminhar de lado,

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De conduta, diz-se o código…!?


É uma espécie de código
De conduta,
Que luta, luta e luta
Contra tod’o ilícito!?

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A (boa) formação


Até o anão
Que gosta de “gajas e bandoletes”,
Já “forja” novos grumetes
Na formação!?

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O crime (quase) perfeito


A escola do crime
Inventar’o crime perfeito,
Ocultand’o defeito
Qu’o seu sentido exprime!?

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Que rumo?


Vinham cheios de promessas
De modernização,
Duma renovada gestão
E d’enfáticas remessas,

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Prémio: Quente & Frio


Postal 2.jpg

Prémio: Postal de Natal


Postal.jpg

Prémio: Revivalismo!

Prémio: O Natal é quand’o “homem” quer!


Não vem que não tem!!

A escola do crime


A escola do crime
Tem altos dignatários,
E pequenos salafrários
Que ninguém reprime!

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Chega de saudade!


Nesta vida nada se perde,
Tudo se transforma,
Tudo segue a norma,
E o calor sucede à neve…

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Acto de contrição


Valores, ó gago?
“Aviltar tudo e todos”?
Querias-me de “bons modos”
Com’os do grande Saramago?

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A fábula do gago


Na quinta do gago
Só lá ele ordenha,
E é ele que cort’a lenha
E ainda past’o gado,

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Nossa Senhora do Labor


Da relação diplomática
Tirar’o seu sacramento,
E o futuro sustento
Pr’a sua vida sabática…

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Quase a cem por cento…


Lá foram os lambe-cus
Receber mais um prémio!
Isto é de génio,
Está a anos-luz!!!

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Rascunho Automático


Posso mostrar ou não,
Posso abrir, ocultar,
Posso nisto indicar
A minha “personalização”,

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Sentido de voto!


Pois lá exerci
O meu direito de voto,
Porque não me neg’a outro
O que sempre escrevi!

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Gigante de pés de barro


Quando cheg’a Europa
O benfica é grande,
Vence enquanto s’expande
Na sublime chacota!

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Ísis sem véu


O que diz o frei Luiz
Que lá não seja verdade?
Acaso é a sua “popularidade”
Qu’o contradiz?

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Pensar, mas (só) nesta base…


1. Aqui no espaço de pensar
Manda cá o gago,
Porqu’o lugar nunca esteve vago
Mesmo quando andou a sindicar…

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Maioria (relativa)


Pinóquio, no ramalhete
Também lá tens a Eva?
Essa santa que s’eleva
A tod’o milagre por frete?!

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O anjo “caído”


Pinóquio,
Foi tu’a ideia do anjo?
Não tinhas melhor marmanjo
Pr’a tal discurso utópico?

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Caim, o anjo da Portaria


Escolheram pr’a mandatário
O anjo da Portaria,
E agora quem diria
Qu’ele se queria solidário!?

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Comédia!


Joker,
Excedeste-te!
Não é um filme,
É um street poker

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São kapos!!


Foram os kapos d’esquadra
‘Apresentar o servicinho,
No meio do grande redemoinho
Da dada palavra…

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Nomenclatura


Dizem qu’é uma espécie
De nomenclatura,
De gente de vasta cultura
E gnose!

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As bruxas


Agora que se foi a cúria
Começou a caça às bruxas,
E nem às freiras cartuxas
S’as vê à luz do dia…

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Voto útil


O Grilo Falante
Quer condições de trabalho…
Pois que no meu voto não falho
Pr’a ele ir a presidente!

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Abstenção


Que culpa eu tenho
Se sou d’abstenção?
Não voto Sim nem Não,
Todo eu m’abstenho!!

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Auto de fé


Agora é qu’eu quer ver
Quem é que faz milagres,
Quem é que traz mais padres
E bençãos doutro prazer!

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Pinóquio no circo


Na história de Pinóquio
O boneco é preso num número de circo,
Num dito por não dito,
Numa promessa em solilóquio…

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Comités & Comissões


Na Ex-União Soviética
Também havia muitos comités…
E quem não se lembra dos velhos chés-chés
Na sua eterna dialéctica?

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Perdidos & Achados


Alguém perdeu esta bolsinha?

Protegido: Bolsinha de Viagem


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Novo Catecismo


O gago agora quer a paz
Depois de ter difundido a guerra;
O sacristão quer uma nova era
Sem Satanás…!?

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Prémio: Nóbel da “Cultura”


O personagem que conseguiu pôr uma vara inteira a ler poesia (ou uma espécie de tal)…

Bravo, Joker!

O tio “engatatão”!?


O tio Armando
É um bonacheirão,
E tem-se por “engatatão”
No seu desmando…

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O Grilo Falante


É do Pinóquio
A sua consciência pensante,
É o Grilo Falante,
O próprio!

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É o Armagedão!


Nã’o sabi’o sacristão
Qu’os órgãos destituídos,
Não emitem comunicados
Depois da excomunhão?!

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A 9ª porta


Tanta fórmula usada
Pr’a se resolver o enigma,
E eis qu’o estudo do clima
Nos trouxe uma “nova” coordenada…

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A bandeiras despregadas!!


Tiririca, o palhaço,
Umas vezes vai, outras vezes fica,
Uma vezes assina, noutras claudica
Por “cansaço”…

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Fechado


Eles ainda são premiados
Por nos fecharem o tasco,
Pois compraram-no tão baixo,
Por valores tão destrocados,

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Lavar de mãos


Caro Rui,
É est’a justiça que temos,
Aquela que merecemos,
A que se nos intui!

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“Advérbio” mais que perfeito


Lá se fez “justiça”
No âmbito do recurso,
Mas o juiz foi escuso
Numa decisão precisa,

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Braguinha


Tod’a gente devia ter um Braguinha
De trazer por casa,
Ter um clube que s’atrasa
Mesmo antes do fim da linha,

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Fanfarrões!


Caro Sérgio,
Que lição!
Soube-o d’antemão
Como presságio!

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My hero!


Joker, és o meu herói!!

Batemos no fundo…


Batemos no fundo…
Já só submergimos;
No que nos tornámos?
Uma classe sem rumo!

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Xana…


Caro Luís,
Não há palavras escritas,
Por mais bem faladas ou ditas
Em qu’o amor se quis,

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UGT?!


Ai, a UGT!
A intersindical...
Voltarmos ao seu anal,
Ao olho que tudo vê,

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Acasos…


Ontem passei por um corrupto
E apertei-lh’a mão,
Foi engano, e, na encenação,
Trocámos um olhar curto…

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Nação valente e imortal…


É a corrupção cultura,
Travo civilizacional?
Todo um traço arquitectural
Que nos escultura?

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“Illuminati”*


Quand’o Sol nasce
Não é par’a tod’a gente,
Qu’o astro mais reluzente
Só uma parte aquece…

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Presságio


Meu caro Sérgio,
Denotava-s’a tristeza,
E nos teus olhos a franqueza
D´homem sério…

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Sindicalismo=Oportunismo?


O sindicalismo
Anda nas ruas d’amargura,
E já é sol de pouca dura
No quadro do oportunismo!!

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Liberdade!!


Dizem que estamos mortos,
Que já não nos levantamos,
E que nos tornámos
Tristes vencidos e absortos…

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A grande comédia


A vida é um circo,
Um palco,
Um grande anfiteatro
Desd’o nosso berço!

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Que comecem os jogos!


Que comecem os jogos!
Já s’o dizia em Roma,
E a Liga se retoma
Nos mesmos fogos…

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Grito?!


O Ogro
Revela-se em tod’a sua emoção,
E grita em ênfase a exclamação
Ao povo:

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Um dia hei-de casar fardado!


Um dia hei-de casar fardado
E pleno d’ética!
E hei-de entrar na greja
Como um príncipe encantado!

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Cultura ou genética?


O qu’é humano
Na sua consciência?
Uma total ausência
Dum relegado plano,

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Socialismo!!


Na relação dialéctica
E do materialismo histórico,
Há um imperativo categórico
Por apologética:

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Servidão voluntária


Com papas e bolos,
Circo e bugigangas,
E amizades “profanas”
Com “ídolos”,

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Termópilas


Contr’a ditadura
S’insurgiram os espartanos,
Trezentos homens “inumamos”
Numa pretensa loucura?

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Sem visto…


Ando tão preocupado
C’a minha proficiência,
Pois qu’a sei ciência
De grau de “mestrado”,

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Herr Flick


Herr Flick, o homem da Gestapo,
Um dia quis ser maçom;
Sempre se achara no dom
E “guapo”!

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O desejado…


Chegou o desejado,
O D. Sebastião!
Haja nova aclamação
Ao rei derrotado!

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Ecce Homo


Já dizia Nietsche
Que Deus estava morto,
Porqu’o Ecce Homo
Não passava dum fetiche…

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Neo


Neo, queres a pílula azulada
Ou a vermelha?
A realidade nova ou a velha
E acabada?

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Ping-pong


Ping-pong é uma partida
De ténis de mesa,
Onde se bate, c’a máxima presteza,
A bola sustida;

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A República


Tinh’o mundo por ideal
Platão,
Entr’a luz e a escuridão
O Homem er’o ponto cardeal…

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Pascácio


Nunca mais vem o final do mês
Só pr’a ver o meu rácio,
Pr’a vislumbrar o meu sucesso
Junto do freguês!!

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